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Aconteceu no Domingo, 25 maio 14, eu pilotando, com a ajuda do aluno Ronaldo no "cabo" e no resgate, e o aluno Rodolpho birutando o voo.
Ela tem quatro filhos, 11 netos, um bisneto e uma história de muita aventura. Mas ela quis ir além e realizou o sonho de voar de parapente.
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A Matéria ficou muito boa, ela dá um exemplo de vida, disposição e alegria para todos. Vale a pena assistir !

 

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Casamento de Parapente !

Noivos de Brasília voam de parapente para chegar ao local do casamento

Casal está junto há 8 anos; cenário escolhido foi rampa de voo livre em GO.

http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/05/noivos-de-brasilia-voam-de-parapente-para-chegar-ao-local-do-casamento.html

 

Junto há oito anos, um casal do Distrito Federal optou por uma entrada diferenciada para a hora de dizer “sim”: noivos, padrinhos e convidados desceram de parapente ao local do casamento. O ponto escolhido foi o Vale do Paranã, próximo a Formosa (GO), uma das principais rampas de voo livre do Brasil, procurada por causa das condições de voo e da beleza.

Na época em que Jorge Andrade e Janaína de França se conheceram, ele era instrutor da modalidade. O casal queria que a união ocorresse no ar. “A gente estava conversando. ‘Então vamos casar? Olha, seria interessante casar voando, já que a gente vive voando’”, disse o noivo.

Junto com os arranjos de flores, o altar e o convite, os noivos tiveram de providenciar equipamento suficiente para 30 voos – primeiro para os convidados e depois para os padrinhos.

A previsão de chuva não se confirmou, e às 15h o público começou a descer do céu, pousando em um campo aberto ao lado dos outros convidados. Todos chegavam já arrumados. Homens aterrissavam de terno e gravata e mulheres, de vestido e maquiagem.

É muita emoção. Eu era maluca para voar. Saltando de véu, estava preocupada, mas foi muito gostoso. Ele é a panela e eu sou a tampa. Dá certinho"
Janaína de França, noiva

Segundo a madrinha e analista de sistemas Priscila Saranto, apesar de voar de parapente, as convidadas não perderam a feminilidade. “A gente veio a caráter, [de] vestido, mas com a bota de voo, item de segurança imprescindível. E o resto, uma bagagem de emoção a mais.”

“Não imaginei que a emoção fosse tão grande, voar e estar junto dos amigos, né? E vendo meu instrutor casando com a minha monitora deixa a gente muito feliz, muito alegre. E proporciona uma união maior ainda para os nossos pilotos, que são amigos”, disse o comerciante Antônio Carlos Filizzola.

 

Os noivos e convidados chegando de parapente à cerimônia de casamento no Vale do Paranã, no Entorno do DF (Foto: TV Globo/Reprodução)

 

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